É uma tremenda aula de criatividade e bom humor, por sinal, com acentuada inteligência.Só não sei o autor.
Estou indo embora. Não há mais lugar para mim Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüiféros, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüentas anos.
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disse que sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.
Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K, o W "Kkk" pra cá, "www" pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nos vemos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história.
Adeus, Trema.
9 de fev. de 2011
24 de jan. de 2011
Saudades
Dia 20 de janeiro perdi meu querido Lion. Muito triste. Era muito alegre e morreu brincando. Só tinha 5 anos.
7 de jan. de 2011
Origem do nome Briolanja
Rei Artur e a Mesa Redonda
Um complexo temático que é reconhecidamente de extraordinária difusão pela Europa é o do Rei Artur e dos cavaleiros da mesa redonda. Essa tradição, porém, não é apenas vinculada com a atual Grã-Bretanha, mas sim também com a Bretanha.
Até hoje indica-se ali, segundo a tradição, restos de florestas e lagos relacionados com Artur e Merlim. Na Floresta de Paimpont, a ca. de 40 km de Rennes, com um Centre arthurien, aponta-se o local da floresta encantada de Artus. Segundo a saga, é também chamada de Brocéliande, representando o local onde o rei Artus e a sua Mesa se reuniam. Também o túmulo de Merlin, conselheiro, visionário e mago, é suposto como situado nessa floresta. Na região localiza-se também o castelo de Comper, onde a fada Viviana teria criado o herói Lançalote. Ali teria sido onde Merlin, após ter divulgado o segrêdo de suas artes, caíra em adormecimento eterno. No "Val sans retour", perto de Tréhorenteuc, Morgane teria exilado o seu amigo Guyomart. Na igreja de Tréhorenteuc, a história de Artus e do Santo Graal é representada em vitrais modernos. Aponta-se ali também a Fontaine de Barenton, onde Merlin encontrou Viviane.
Caminhos de difusão
Teófilo Braga, no seu Romanceiro Geral Português, trata de um Cyclo Arthuriano (Matéria da Bretanha), apresentando um possível caminho pelo qual ter-se-ia difundido em Portugal. O lrismo trobadoresco ou ocitano e os cantos épicos dos troveiros teriam decaído nas côrtes medievais, passando-se a preferir os lais bretãos. Esses teriam tomado a forma narrativa e ampliando-se, atingiram proporções de grandes novelas, como os poemas de Lancelot, de Tristão e Yseult, de Flores e Brancaflor, poemas conhecidos por Dom Diniz e seus trovadores, que teriam aos poucos abandonado o gosto ocitano. (Theophilo Braga, Romanceiro geral portuguez 2a. ed. ampliada, Lisboa: J. A. Rodrigues & C. 1909, 406-450).
"E foram taes os enthuziasmos pelos personagens d'esses poemas, que no onomastico civil, encontram-se os nomes de Tristão, de Lançarote, de Parcival, de Ysêa e Ausenda, de Viviana, de Briolanja usados por cavalleiros e damas nos Nobiliarios. Entre o povo estes cantos apenas foram conhecidos na forma breve dos Lais, identificados com os Romances peninsulares; e é notável o encontrar-se todas as situações do Poema de Tristão dispersas pelos nossos romances tradicionaes syncretisando-se com as Cantilenas do Cyclo de Carlos Magno. Os dois substrata poeticos vieram estimular a imaginação popular (...)"
Questões de Difusão: Narrativa e Estrutura
Ciclo Bretão: Artur e os Cavaleiros da Mesa Redonda
Bretanha. Trabalhos da A.B.E. maio-junho de 2008
Um complexo temático que é reconhecidamente de extraordinária difusão pela Europa é o do Rei Artur e dos cavaleiros da mesa redonda. Essa tradição, porém, não é apenas vinculada com a atual Grã-Bretanha, mas sim também com a Bretanha.
Até hoje indica-se ali, segundo a tradição, restos de florestas e lagos relacionados com Artur e Merlim. Na Floresta de Paimpont, a ca. de 40 km de Rennes, com um Centre arthurien, aponta-se o local da floresta encantada de Artus. Segundo a saga, é também chamada de Brocéliande, representando o local onde o rei Artus e a sua Mesa se reuniam. Também o túmulo de Merlin, conselheiro, visionário e mago, é suposto como situado nessa floresta. Na região localiza-se também o castelo de Comper, onde a fada Viviana teria criado o herói Lançalote. Ali teria sido onde Merlin, após ter divulgado o segrêdo de suas artes, caíra em adormecimento eterno. No "Val sans retour", perto de Tréhorenteuc, Morgane teria exilado o seu amigo Guyomart. Na igreja de Tréhorenteuc, a história de Artus e do Santo Graal é representada em vitrais modernos. Aponta-se ali também a Fontaine de Barenton, onde Merlin encontrou Viviane.
Caminhos de difusão
Teófilo Braga, no seu Romanceiro Geral Português, trata de um Cyclo Arthuriano (Matéria da Bretanha), apresentando um possível caminho pelo qual ter-se-ia difundido em Portugal. O lrismo trobadoresco ou ocitano e os cantos épicos dos troveiros teriam decaído nas côrtes medievais, passando-se a preferir os lais bretãos. Esses teriam tomado a forma narrativa e ampliando-se, atingiram proporções de grandes novelas, como os poemas de Lancelot, de Tristão e Yseult, de Flores e Brancaflor, poemas conhecidos por Dom Diniz e seus trovadores, que teriam aos poucos abandonado o gosto ocitano. (Theophilo Braga, Romanceiro geral portuguez 2a. ed. ampliada, Lisboa: J. A. Rodrigues & C. 1909, 406-450).
"E foram taes os enthuziasmos pelos personagens d'esses poemas, que no onomastico civil, encontram-se os nomes de Tristão, de Lançarote, de Parcival, de Ysêa e Ausenda, de Viviana, de Briolanja usados por cavalleiros e damas nos Nobiliarios. Entre o povo estes cantos apenas foram conhecidos na forma breve dos Lais, identificados com os Romances peninsulares; e é notável o encontrar-se todas as situações do Poema de Tristão dispersas pelos nossos romances tradicionaes syncretisando-se com as Cantilenas do Cyclo de Carlos Magno. Os dois substrata poeticos vieram estimular a imaginação popular (...)"
Questões de Difusão: Narrativa e Estrutura
Ciclo Bretão: Artur e os Cavaleiros da Mesa Redonda
Bretanha. Trabalhos da A.B.E. maio-junho de 2008
O Mundo é Grande ...
"O mundo é grande
e cabe nesta janela sobre o mar.
O mar é grande
e cabe na cama e no colchão de amar.
O amor é grande
e cabe no breve espaço de beijar."
Drummond é simplesmente maravilhoso.
e cabe nesta janela sobre o mar.
O mar é grande
e cabe na cama e no colchão de amar.
O amor é grande
e cabe no breve espaço de beijar."
Drummond é simplesmente maravilhoso.
William Shakespeare
Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração
"O peso que a gente leva...
O perigo da viagem mora nas malas. Elas podem nos impedir de apreciar a beleza que nos espera.
Minhas malas são sempre superiores às minhas necessidades. É por isso que minhas partidas e chegadas são mais penosas do que deveriam.
Ando pensando sobre as malas que levamos...
Elas são expressões dos nossos medos. Elas representam nossas inseguranças..
Olho para o viajante com suas imensas bagagens e fico curioso para saber o que há dentro das estruturas etiquetadas.
Tudo o que ele leva está diretamente ligado ao medo de necessitar. Roupas diversas; de frio, de calor – o clima pode mudar a qualquer momento! – remédios, segredos, livros, chinelos, guarda chuva – e se chover? –, cremes, sabonetes, ferro elétrico – isso mesmo! – Microondas? – Comunique-me, por favor, se alguém já ousou levar!
O fato é que elas representam nossas inseguranças.
Digo por mim. Sempre que saio de casa levo comigo a pretensão de deslocar o meu mundo.
Tenho medo do que vou enfrentar..
Quero fazer caber no pequeno espaço a totalidade dos meus significados. As justificativas são racionais. Correspondem às regras do bom senso, preocupações naturais para quem não gosta de viver privações.
Nós nos justificamos: Posso precisar disso, posso precisar daquilo...
Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?
As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade disto ou daquilo?
Desisto!
Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida... e vou.
Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada.
É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências.
E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.
E então descubro o motivo que levou o poeta cantar:
“Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!”
Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados.
Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indica quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo.
Ao ver o mundo que não é meu, eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território.
É consequência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.
Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver.
Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias...
Andar na direção do outro é também fazer uma viagem.
Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá.
Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu.
Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro.
*Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.*
(Não sei o autor)
Minhas malas são sempre superiores às minhas necessidades. É por isso que minhas partidas e chegadas são mais penosas do que deveriam.
Ando pensando sobre as malas que levamos...
Elas são expressões dos nossos medos. Elas representam nossas inseguranças..
Olho para o viajante com suas imensas bagagens e fico curioso para saber o que há dentro das estruturas etiquetadas.
Tudo o que ele leva está diretamente ligado ao medo de necessitar. Roupas diversas; de frio, de calor – o clima pode mudar a qualquer momento! – remédios, segredos, livros, chinelos, guarda chuva – e se chover? –, cremes, sabonetes, ferro elétrico – isso mesmo! – Microondas? – Comunique-me, por favor, se alguém já ousou levar!
O fato é que elas representam nossas inseguranças.
Digo por mim. Sempre que saio de casa levo comigo a pretensão de deslocar o meu mundo.
Tenho medo do que vou enfrentar..
Quero fazer caber no pequeno espaço a totalidade dos meus significados. As justificativas são racionais. Correspondem às regras do bom senso, preocupações naturais para quem não gosta de viver privações.
Nós nos justificamos: Posso precisar disso, posso precisar daquilo...
Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?
As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade disto ou daquilo?
Desisto!
Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida... e vou.
Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada.
É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências.
E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.
E então descubro o motivo que levou o poeta cantar:
“Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!”
Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados.
Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indica quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo.
Ao ver o mundo que não é meu, eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território.
É consequência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.
Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver.
Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias...
Andar na direção do outro é também fazer uma viagem.
Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá.
Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu.
Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro.
*Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.*
(Não sei o autor)
Amigas
Seja o tipo de mulher que, quando seus pés tocam o chão a cada manhã, o diabo fala
“Oh droga, ela acordou!”
Quando eu era pequena, acreditava no conceito de uma melhor amiga. Depois, como mulher, descobri que se você permitir que seu coração se abra, você encontrará o melhor em muitas amigas.
é preciso uma amiga quando você está com problemas com seu homem.
é preciso outra amiga quando você está com problemas com sua mãe.
Outra quando você quer fazer compras, compartilhar, curar, ferir, brincar ou apenas ser.
Uma amiga dirá: ‘vamos orar’,
uma outra ‘vamos chorar’,
outra ‘vamos lutar’ outra ‘vamos fugir’.
Uma amiga atenderá às suas necessidades espirituais, uma outra à sua loucura por sapatos, uma outra à sua paixão por filmes, outra estará com você em seus períodos confusos, outra será a luz e uma outra será o vento sob suas asas.
Mas onde quer que ela se encaixe em sua vida, independente da ocasião, do dia ou de quando você precisa, seja com seus tênis e cabelos presos, ou para impedir que você faça uma loucura… todas essas são suas melhores amigas.
Elas podem ser concentradas em uma única mulher ou em várias… uma do ginásio, uma do colegial, várias dos anos de faculdade, algumas de antigos empregos, algumas da igreja, outras do grupo de canto coral, em alguns dias sua mãe, em alguns dias sua vizinha, em outros suas irmãs, e em outros suas filhas.
Assim, podem ter sido 20 minutos ou 20 anos o tempo que essas mulheres passaram e fizeram a diferença em sua vida.
Obrigada a todas que fazem parte do meu círculo de mulheres maravilhosas que fizeram e ainda fazem a diferença em minha vida!!!
(Não sei o autor)
“Oh droga, ela acordou!”
Quando eu era pequena, acreditava no conceito de uma melhor amiga. Depois, como mulher, descobri que se você permitir que seu coração se abra, você encontrará o melhor em muitas amigas.
é preciso uma amiga quando você está com problemas com seu homem.
é preciso outra amiga quando você está com problemas com sua mãe.
Outra quando você quer fazer compras, compartilhar, curar, ferir, brincar ou apenas ser.
Uma amiga dirá: ‘vamos orar’,
uma outra ‘vamos chorar’,
outra ‘vamos lutar’ outra ‘vamos fugir’.
Uma amiga atenderá às suas necessidades espirituais, uma outra à sua loucura por sapatos, uma outra à sua paixão por filmes, outra estará com você em seus períodos confusos, outra será a luz e uma outra será o vento sob suas asas.
Mas onde quer que ela se encaixe em sua vida, independente da ocasião, do dia ou de quando você precisa, seja com seus tênis e cabelos presos, ou para impedir que você faça uma loucura… todas essas são suas melhores amigas.
Elas podem ser concentradas em uma única mulher ou em várias… uma do ginásio, uma do colegial, várias dos anos de faculdade, algumas de antigos empregos, algumas da igreja, outras do grupo de canto coral, em alguns dias sua mãe, em alguns dias sua vizinha, em outros suas irmãs, e em outros suas filhas.
Assim, podem ter sido 20 minutos ou 20 anos o tempo que essas mulheres passaram e fizeram a diferença em sua vida.
Obrigada a todas que fazem parte do meu círculo de mulheres maravilhosas que fizeram e ainda fazem a diferença em minha vida!!!
(Não sei o autor)
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